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 Como foi determinado o direito à compensação de famílias residentes na área de abrangência da usina?
Em setembro de 2002, o Movimento dos Atingidos por Barragens assinou com a BAESA e com o Ministério Público de Santa Catarina um Termo de Acordo para Remanejamento da População. Neste documento foram definidas as condições para que um total de 1.520 famílias atingidas fossem beneficiadas pelo empreendimento, apesar de apenas 79 famílias terem suas residências localizadas na área a ser alagada e na área de preservação permanente em torno do futuro reservatório da usina. Todas as medidas estabelecidas neste Termo estão sendo cumpridas à risca pela BAESA (base de informações - janeiro/2006).


 Quantas famílias foram compensadas?
Para atender ao referido acordo, a BAESA está construindo sete reassentamentos rurais coletivos, que abrigam um total de 194 famílias, e emitiu 234 cartas de crédito, permitindo aos agricultores adquirirem eles mesmos suas novas propriedades. Além destas ações, 959 famílias foram indenizadas em dinheiro, vendendo à BAESA parte ou a totalidade de suas propriedades, por possuírem terras maiores do que 25 hectares ou mais de um imóvel. Na aquisição dessas propriedades a BAESA pagou preços justos, apurados através de pesquisas de preços realizadas periodicamente nos mercados da região de influência do empreendimento (base de informações - janeiro/2006).

Para conhecer todas as ações sociais promovidas pelo empreendimento, faça o download da Cartilha Social da Usina Hidrelétrica Barra Grande no site do empreendimento.


 As famílias remanejadas se adaptam à nova forma de vida?
A adaptação de cada uma das famílias ocorre em maior ou menor prazo, de acordo com o seu perfil. Famílias cujos membros tenham alguma experiência de gerenciamento de seus negócios têm grandes possibilidades de se adaptarem à nova realidade em menor tempo. Outras, porém, vão exigir maior empenho de todos os familiares e prazos mais longos para a adaptação.

Ciente desta situação, a BAESA acompanha e monitora a adaptação das famílias antes e após a mudança, assim como depois da primeira, da segunda e da terceiras safras. Com base nas informações obtidas neste período, a equipe de Assistência Técnica e Social realiza atividades junto às famílias e suas propriedades, dando maior apoio àquelas que são mais vulneráveis à nova realidade.

Para que o apoio à adaptação seja completo, a equipe de Assistência Técnica e Social também acompanha a família na realização das matrículas das crianças na nova escola, leva-a à prefeitura para solicitar blocos de notas de produtor rural e desenvolve projetos voltados à produção na nova propriedade. Ainda assim, podem ocorrer casos de famílias que arrendem suas terras agricultáveis a terceiros, e simplesmente morem nas casas, ou mesmo em outras localidades, o que demonstrará sua inaptidão ao benefício recebido, apesar dos esforços da BAESA. Situações como essa ocorrem em regiões onde vivem famílias atingidas por usinas hidrelétricas construídas antes de Barra Grande.






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