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 Quais são as empresas acionistas da Usina Hidrelétrica Barra Grande?
Os acionistas da BAESA, empresa concessionária responsável pelo aproveitamento hidrelétrico de Barra Grande são:
Alcoa Alumínio S.A. (42.18%);
CPFL - Geração de Energia S.A. (25%);
CBA - Companhia Brasileira de Alumínio (15%);
Camargo Corrêa Cimentos S/A (9%);
DME Energética Ltda (8.82%).




 Quando a Usina Hidrelétrica Barra Grande entrou em operação?
A concessão da Usina Hidrelétrica Barra Grande, empreendimento construído no leito do rio Pelotas, entre os municípios de Anita Garibaldi (SC) e Pinhal da Serra (RS), foi obtida, junto à ANEEL, em 14 de maio de 2001.

Iniciada em 27 de junho de 2001, a Usina Hidrelétrica Barra Grande entrou em funcionamento em 1º de novembro de 2005, quando passou a operar a primeira unidade de geração.

Sua potência máxima instalada é de 690 megawatts, quantidade suficiente para suprir o equivalente a 30% da demanda de energia de Santa Catarina ou a 20% do total de energia consumido no Rio Grande do Sul. São três unidades de geração, com potência de 230 megawatts cada.

O funcionamento da Usina Hidrelétrica Barra Grande é considerado essencial na garantia do abastecimento de energia elétrica do país e fator decisivo, segundo as autoridades federais, para dar suporte ao crescimento econômico nacional.


 É verdade que a energia produzida pela Usina Hidrelétrica Barra Grande beneficia somente as empresas particulares que construíram a usina?
Não. O Sistema Elétrico Brasileiro é totalmente interligado. As usinas conectadas a ele, incluindo a Usina Hidrelétrica Barra Grande, alimentam esse grande sistema no qual estão interligados também os consumidores de energia elétrica. Portanto, não é possível distinguir quem consome a energia gerada por quem. Todos os geradores de energia, cuja operação é otimizada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), contribuem para atender a demanda, ou carga do sistema, como um todo.

Quando os grandes consumidores industriais de energia elétrica não possuem uma usina hidrelétrica, eles consomem energia proveniente das usinas já existentes. Com a construção de hidrelétricas como a de Barra Grande, as empresas acionistas deixam de somente consumir a energia disponível no sistema elétrico e passam também a fornecê-la para esse mesmo sistema. Desta forma, permitem o aumento do consumo por novos empreendimentos, promovendo o crescimento da economia.


 Por que o Brasil está licitando concessões para a construção e operação de projetos hidrelétricos?
O Brasil precisa que sejam implantados projetos de geração que atendam sua crescente demanda de energia elétrica, o que é fundamental para o crescimento da economia e melhoria do padrão de vida da população. Barra Grande é um dos vários projetos definidos pelo Governo Federal para expandir o fornecimento de energia e assim atender as necessidades dos consumidores particulares e das indústrias, dentro de um contexto de desenvolvimento sustentável. Em função do governo ter que investir prioritariamente em serviços essenciais sob sua responsabilidade, não sobram recursos para o mesmo investir em grandes projetos necessários a suprir o país da infraestrutura necessária para fomentar e sustentar o seu desenvolvimento econômico.

O índice de consumo atual de energia no Brasil é modesto comparado ao de países mais desenvolvidos. Atualmente, o Brasil utiliza somente 10% da energia per capita usada nos Estados Unidos e desenvolveu somente 24% do seu potencial hidrelétrico, comparado aos 65% dos países economicamente mais adiantados.

Em 2001, a economia brasileira foi afetada por uma grave falta de energia. Para que a perspectiva de crescimento econômico no Brasil se realize é necessário desenvolver fontes de energia limpa e renovável.


 É legalmente possível que os rios e suas águas, bens públicos, sejam privatizados em benefício de empresas particulares para obterem lucros com a venda da energia e para seu uso próprio?
O processo de licitação de bens públicos para o uso de particulares é totalmente legal, com base na Constituição Federal e nas Leis vigentes. As concessões são passadas aos grupos privados por meio da realização de leilões públicos, nos quais todos os grupos, particulares ou privados, previamente qualificados, podem participar fazendo suas ofertas.

Os rios, bem como as usinas construídas, não são e não passam à propriedade dos concessionários. Quando se torna vencedor desse tipo de leilão, o grupo ou consórcio assume a obrigação de construir a usina e o direito de operá-la por um determinado período, sem se tornar proprietário do rio, da água ou dos ativos da usina. Terminado esse período, o governo, seu real proprietário, recebe de volta todos os bens da concessão.

No que diz respeito à água, a usina não a consome, apenas cria um desnível e a faz passar por suas turbinas. A usina também regulariza a vazão do rio, armazenando água da época das chuvas para seu posterior uso em períodos mais secos.






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